Alcobaça O Vereador Declarou d124. POMZEMA – Processo Obra Municipal da Zona Envolvente ao Mosteiro de Alcobaça
Terça, 11.Maio.2004
Começo pelo momento que vivemos e depois vou ao histórico deste POMZEMA.
I - Apesar de sabermos que a Assembleia de Moradores e Comerciantes deliberou rejeitar a obra tal como está e haver intenção da CREPMA em accionar medidas cautelares para impedir o começo da obra,
Proponho,
Não precisamos de procurar novas palavras para descrever o presente.
Precisamos sim, e muito, de projectos galvanizantes e de acção, para acabar com o “esqueleto gigante aniquilado”!
Propostas concretas para debate público e para agirmos neste ano 15, de Património Mundial da UNESCO. Temos que invadir, urgentemente, ABRAÇAR o nosso Mosteiro, de Povo e de Vida. Há vários projectos expressos publicamente por várias instituições e personalidades Alcobacenses. Atrevo-me a sugerir algumas:
1. Sede do Município (para discutir bem perante o PP da Cova d’ Onça).
2. Museu dos Coutos. e de associações e cooperativas do património, do ensino e da cultura.
3. Pólo do ensino Superior.
4. Centro da Rota de Cister de Portugal.
5. Centro de Estudos Medievais com um grande objectivo de retorno do espólio que está disperso por toda a parte.
6. Hospedaria.
7.Restauração.
Para quando de faz a discussão pública e de define uma estratégia para os 15 anos de Património Mundial? Para quando se avança com um projecto empolgantes à volta de Pedro e Inês?
Alcobaça O Vereador Declarou d87. Reconhecimento público pela qualidade das conferências e dos conferencistas do programa dos 850 anos da Fundação da Abadia
Terça, 21.Outubro.2003
Assisti, com muito interesse, às palestras de encerramento das comemorações referidas em epígrafe.
Espero pelos prometidos textos impressos. Espero, também, pela prometida peça do escultor José Aurélio criada para estas comemorações.
A Câmara tem quadros grandes de propaganda reservada à actividade municipal, no mobiliário urbano adquirido à Jdécaux.
Já tinha alertado para a indução, às pessoas que nos visitam, de erros informativos na publicidade do Verão de S. Martinho, num cartaz editado pela “Contracapa”.
Tenho passado muitos dias destas férias em S. Martinho do Porto... E quero começar, por algumas, positivas:
1. Que bom é ir à Casa da Cultura e apreciar uma exposição, verificar como os workshops para actores estão a decorrer bem e com o teatro “Algo completamente diferente” teve público (e não constou no programa Verão S. Martinho).
2. Que bonito ver centenas de atletas a correr, pela 6ª vez consecutiva, mesmo com a maré a encher, de todas as idades graças à dinâmica duma associação de Voluntários “Gota d’ Amor”. (Porque não compareceu nenhum político da maioria?).
3. Finalmente resolvido o problema do saneamento na Rua do Casal da Lagoa de fora, a juntar à resolução de parte do velho problema da zona dos Medros.
4. Que agradável é ver a adesão de veraneantes ao passeio de bicicletas no dia 19 (iniciativa do Verão S. Martinho).
Mas depois, não posso calar, a falta de ritmo / eficácia e passo às observações críticas:
O Largo José Bento está completamente abandonado. O próprio monumento está com a base cheia de ervas. Um miradouro com uma vista espectacular. Ontem, domingo, as bandeiras não estavam hasteadas.
O miradouro do Cruzeiro comemorativo da independência e do 3º centenário da restauração da independência está completamente deixado ao abandono. Lembro promessas de que, sem falta, em 2001...